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12 abril 2006

A mulher ideal

Li no Blog do Zeca que Richard Bach, após ter encontrado a celebridade com seus escritos, decidiu procurar a mulher ideal. Sem qualquer preconceito contra as mulheres, não acredito que haja uma mulher ideal. Assim como nunca haverá um homem ideal para qualquer mulher. Existe um livro muito ilustrativo sobre esse assunto, que não li, nem pretendo ler, chamado:
"O homem é de Vênus e a mulher é de Marte". Creio que o título do livro e a convivência diária que temos, homens ou mulheres com pessoas do sexo oposto, mulheres e homens, bastam para comprovar minha tese da inexistência de homens ou mulheres ideais. Partindo mais profundamente para analisar o assunto, mostro abaixo as diferenças mais substanciais entre homem e mulher:

1. A mulher não consegue comprar um desodorante, detergente ou amaciante de roupas sem abrir o vidro e cheirar.

2. A mulher não consegue ir ao supermercado para comprar shampoo sem antes verificar o preço de todas as escovas de dentes e travesseiros, apalpando estes para ver sua consistência e maciez.

3. A mulher, ao término de uma visita, fica mais tempo conversando após a despedida que durante a visita.

4. A mulher não se reune com suas amigas para tomar cerveja e jogar conversa fora. Joga conversa fora, mesmo sem tomar cerveja.

5. A mulher não tolera que seu marido jogue conversa fora tomando cerveja.

Desta forma, numa ida ao supermecado com um homem, a mulher ideal passa a ser a mais importuna das criaturas, na visão do homem. Da mesma forma, o ódio que ela sente por seu homem, quando vai ao supermercado, devido à objetividade e falta de criatividade do mesmo, a leva a concluir que não há homem ideal. Principalmente depois de 1 ano juntos, casados ou não e seu homem jogando conversa fora com cerveja dentro.

Para aprofundar mais ainda este estudo, terei que entrar na dimensão do tempo e espaço. Para dizer, em letras minúsculas, que existe a mulher ideal e também o homem ideal. Quando, perguntar-me-ão vocês(desculpe, perguntar-me-á você)? Simples: durante o noivado e primeiro ano de convivência, quem sabe até o segundo ano. Portanto, concluindo esta substancial e intrincada análise psicológica e fisiológica, digo o seguinte: "Que dureza, hein?"

"Um estranho no fio"

3 comentários:

joseciteli disse...

Oi Shiost, sinto-me satisfeito por ter provocado sua análise, que se não for muito realista, bem engraçada com certeza é.
Deixa eu ir lá no Guga ver onde anda hoje Leslie Parrish, que amanhã cotinuo no meu blog.

escreve que eu leio e comento

Anônimo disse...

Tá certo e nâo tá, Shiost ( o que que significa isso?) No geral não existe mesmo cerumano ideal. Mas, pro meu gasto acho que mulher ideal é comaminha, digo como a minha. Abraços

Anônimo disse...

Colaborando a opinião que não esxiste mulher ideal há aquela frase "machista" que diz: "Se você quiser conhecer uma mulher, case-se com ela; se quiser, porém conhecê-la mais ainda, SEPARE-SE dela".