10 maio 2006

Poesia psicografada por Shiost - A lebre

Chega de obrigações proscritas!
Chega de insurgências indiretas!
Chega de cobranças mal escritas!
Chega de lamúrias abjetas!

É hora de dizer se se é ou se não se é,
É hora de mostrar porque cá estamos,
É hora de se fazer um bolo e um café,
É hora de por um jingle, Nostradamus!

Pois quem é sem saber quem foi
Jamais será sem saber quem era
E se meu pijama caberá num boi,
Nem boi de piranha, sou, quem me dera!

E assim, nas minhas poucas poesias,
Só escrevo palavras que eu quero:
Não me importa que faça heresias
O que eu sei é que gosto de bolero.

Poesia é isto, nada mais que isto
Escrevam que algo logo da mente sai,
Ou entra, depende do ponto de visto.
PALAVRAS, escreve uma palavra, vai!
Que o resto é o resto, não é papai?

Esta poesia foi recebida por Shiost, enviada por Mesmeu, o filósofo triste.

6 comentários:

timtimdez disse...

Caro Shiost, quisera comentar obedecendo o conselho de Mesmeu: escreve que as outras palavras vêm atrás. Gosto deste gênero de poesia que eu chamaria de poesia lúdica. Há quem a entitule de poesia "tico e teco" pois exige apenas dois neurônios e uma rima rica. Achei divertida e salivei diante da carne. Não sei se parabenizo o Shiost ou o Mesmeu. Já viu meu blog? Agradecido.

Anônimo disse...

Tome cuidado com estas brincadeiras.
Já fez a do copo alguma vez na sua vida? Funciona, sabia?
Procure primeiro saber quem é o Mesmeu e se pode confiar nele.
Pode ser perigoso, embora não acredite

Anônimo disse...

Tome cuidado com estas brincadeiras.
Já fez a do copo alguma vez na sua vida? Funciona, sabia?
Procure primeiro saber quem é o Mesmeu e se pode confiar nele.
Pode ser perigoso, embora não acredite

Anônimo disse...

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